Curso Lingua Yoruba.

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Livro Ifá Filosofia e Ciência de Vida

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Convido a todos amigos buscadores de conhecimento e cultura para ler este maravilhoso livro. Que além de ensinar um pouco da cultura Africana é um projeto do Centro Cultural Africano para a construção de uma escola na Nigéria.

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INTERCÂMBIO ÁFRICA BRASIL

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INTERCÂMBIO ÁFRICA BRASIL

Centro Cultural Africano

A Troca de experiências entre essas duas nações é confirmar os laços das duas culturas, pois é inegável a herança africana, que pode ser sentida nas mais diversas manifestações culturais do povo brasileiro, seja na religião, na culinária ou na música. É muito mais que isso: a África está presente na própria constituição do povo brasileiro. Se há certos traços capazes de caracterizar um povo, não pode haver dúvidas de que o povo brasileiro não seria o que é sem que o espírito da mãe África habitasse o seu corpo.

É de suma importância o intercâmbio desses dois povos, visto que os africanos tiveram grande influência na base estrutural da cultura do povo brasileiro, os afrodescendentes caminham para um conhecimento mais profundo de suas origens e uma construção mais sólida de cidadania, buscando assim a verdadeira democracia, deixando de lado o tratamento desigual.

Centro Cultural Africano: Institucional

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Centro Cultural Africano: Institucional


Quem Somos

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“Preservar a memória é umas das formas de construir a história e a ligação entre o Brasil e o berço da humanidade, a África. Isso pode ser sentido nas mais diversas manifestações culturais do povo brasileiro, seja na religião, culinária, música, dança, tecidos, e costumes”.

A África está presente no dia-a-dia e sempre teve grande influência na base cultural do povo brasileiro.

 

Há um bloqueio sistemático em pensar diferente das caricaturas presentes no imaginário social brasileiro.

As informações novas geram uma constante desconfiança, tendo ocorrido mais de uma vez a pergunta, se eram sobre a África determinadas informações.

Quando se desenvolvem tópicos sobre a indústria têxtil africana e as exportações para a Europa no passado, ou mesmo a informação de que a África precedeu a Europa no uso de roupas, há uma inquietação, um conflito emocional onde a dúvida é persistente.

O elemento básico para Introdução à História Africana não está na história africana e sim na desconstrução e eliminação de alguns elementos básicos das ideologias brasileiras e do mundo.

 

Diretor Presidente

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Otunba Adekunle Aderonmu, diretor presidente do Centro Cultural Africano, naturalizado brasileiro nasceu em Abeokutá, na Nigéria.

Formado em bioquímica na universidade de Lagos e considerado Otunba (vice-rei) em seu país, devido à herança de família nobre e tradicional, com reis e autoridades no atual governo da Nigéria. Em nosso país, onde vive há mais de duas décadas, desenvolve atividades empresariais e, além disso, é sacerdote religioso.

Ciente da grandiosidade populacional do contingente de negros e afrodescendentes no Brasil, cujo tema é objeto permanente de suas pesquisas, Otunba Adenkule Aderonmu idealizou o Centro Cultural Africano, que funciona na cidade de São Paulo, na Barra Funda, instituição que tem como objetivos principais fazer o intercâmbio cultural, social e religioso entre o Brasil e o Continente Africano. Assim, desde o ano de 1999, com a criação dessa entidade, o seu trabalho conquistou grande visibilidade e credibilidade em todo país.

 

Tornou-se colecionador e divulgador da arte africana, plásticas, cênicas e tecnológicas e dedica-se a promover essa cultura por meio de grandes eventos, profere palestras para professores e especialistas, ministra cursos sobre religiosidade, além de possuir vasto material audiovisual para consultas e pesquisas dando suporte para estudantes e religiosos.Conhecido no meio religioso como o Babalawo Ogunjimi, ou simplesmente Baba Jimi.

ÁFRICA NA ESCOLA

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ÁFRICA NA ESCOLA

Projeto vem contribuir com a Lei 10.639 onde determina o ensino da história da África e dos afros brasileiros nos currículos escolares.

Conhecer a historia da África e dos afro-brasileiros com olhar africanista contemporâneo é como reconhecer a nossa ancestralidade e resgatar autoestima dos afros descendentes e dando mais um passo  na reparação tardia para superação  da desigualdade política, econômica e socioambiental e com esta ação promovendo  o desenvolvimento humano, social e sustentável através da unidade pela diversidade da sociedade brasileira.

 

 

Ações afirmativas com parâmetros curriculares de ensino que prevê a discussão  de  temas da obrigatoriedade  do  ensino da Historia e Cultura da África  e afro-brasileiras,  o projeto vem referendar experiências  que podem ser aplicadas  em  território nacional e que são decisivas na promoção da cidadania, valorizando e respeitando   as   relações   étnicos raciais,  isto   é,  potencializando a elevação  da  autoestima  na  promoção da inclusão social  através  da unidade pela diversidade brasileira.

Informações Adicionais